Escrita · Comunicação · Estratégia
Ninguém gosta de históriasmal contadas.
A Máquina de Escrever é um estúdio de escrita.
Produzimos cartas, discursos, livros, histórias e textos à medida.
A nossa matéria-prima é o humano: a memória, a palavra, o tempo, as ideias que mordem e não largam.
Escrevemos para pessoas e para marcas que querem dizer melhor o que sabem, guardar melhor o que viveram e plantar o que ainda falta contar.
Há mais de 25 anos a levar as palavras a sério.

Trago o sotaque do Norte nos verbos.
Uma palavra certa é sempre um acontecimento.
Há mais de 25 anos que as celebro, no sector público e no privado, com pessoas e com marcas, em livros, discursos, histórias e em ideias teimosas.
Um texto só serve se servir alguém.
Marisa Sousa
Há textos que se escrevem depressa e esquecem-se ainda mais depressa. A Máquina de Escrever trabalha noutro tempo: o tempo de ouvir, ordenar, cortar, insistir e encontrar a frase que finalmente fica no sítio certo.
Escrevemos para pessoas, famílias, empresários e marcas. Cartas, discursos, livros, histórias de família, narrativas de empresa, conteúdos editoriais, tom de voz para IA e guiões de conversação. Tudo começa numa conversa. O resto é ofício.
Três matérias, uma forma de trabalhar.
01
Problema
Tem uma ideia, uma história ou uma marca, mas as palavras não lhe obedecem.
AbordagemAntes de escrever é preciso perceber a matéria: contexto, destinatário, intenção, tom e consequência.
RespostaEntrevistamos, mapeamos, estruturamos e escrevemos até o texto ter voz, clareza e utilidade.
02
Problema
A comunicação parece correcta, mas igual a tantas outras.
AbordagemUma marca precisa de linguagem própria: uma forma de dizer que só possa vir dela.
RespostaAfinamos voz, mensagens e conteúdos para que cada texto pareça pertencer a uma só marca.
03
Problema
A IA acelerou a produção, mas também espalhou textos sem alma.
AbordagemA tecnologia deve servir o critério, não substituí-lo.
RespostaUsamos método, edição e exigência humana. A IA pode apoiar, mas nunca assina.
À sua medida
A escrita começa na escuta.
Para si
Cartas, votos, discursos, livros e histórias para guardar aquilo que a pressa tenta apagar.
Para a sua empresa
Comunicação estratégica, ghostwriting, voz de marca e conteúdos que tornam claro aquilo que importa.
Para os seus filhos
Leitura, curiosidade e pensamento crítico com método, imaginação e espanto.
Seis matérias em curso.
Uma amostra do que fazemos. O catálogo completo vive dentro de cada área.
01
Para si
Cartas, votos e discursos
Textos pessoais para momentos que não se repetem: cerimónias, homenagens, despedidas, cartas de amor ou de legado.
02
Para si
Histórias de família, biografias e memórias
Narrativas construídas a partir de entrevistas, documentos, fotografias e vozes que precisam de ficar guardadas.
03
Para a sua empresa
Ghostwriting executivo
Discursos, artigos, manifestos, livros e apresentações escritos com a voz de quem assina, não com a voz de uma agência.
04
Para a sua empresa
Storytelling empresarial e voz de marca
Narrativa-mãe, mensagens-chave e voz editorial para marcas que querem soar a si próprias em qualquer canal.
05
Para a sua empresa
De A a IA
Tom de voz, guardrails, guiões conversacionais e fluxos para chatbots e sistemas de inteligência artificial.
06
Para os seus filhos
Leitura, curiosidade e pensamento crítico
Programas de leitura e pensamento para crianças e jovens que ainda sabem fazer perguntas perigosamente boas.
Antes da frase.
01
Escutamos
Uma conversa inicial para perceber a história, a intenção, os destinatários, o contexto e o grau de confidencialidade.
02
Mapeamos
Organizamos materiais, memórias, mensagens, ângulos, riscos e objectivos.
03
Escrevemos
Criamos uma primeira versão já estruturada, com voz, ritmo e utilidade.
04
Afinamos
Revemos com o cliente, ajustamos tom, precisão, densidade e extensão.
05
Entregamos
Fechamos o texto ou conjunto de textos em formato pronto a usar, publicar, enviar, ler ou guardar.
Escrever é, antes de mais, escutar.
Marisa · Fundadora

Sou Marisa. Trabalho há mais de 25 anos em comunicação, conteúdos, marcas e escrita.
Escrevi para sites, campanhas, newsletters, redes sociais, livros, entrevistas, propostas, discursos, projectos editoriais, chatbots e ideias teimosas que precisavam de deixar de andar aos encontrões na cabeça de alguém.
A Máquina de Escrever nasce desse cruzamento: estratégia e literatura, método e desassossego, tecnologia e mão humana.
Escrevo com rigor, mas não acredito em textos assépticos. Um texto só serve se servir alguém: uma marca, uma memória, uma decisão, uma despedida ou uma conversa que finalmente precisava de acontecer.
Aqui, a escrita não é decoração. É uma forma de organizar o mundo.